estudo diário
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matemática
multiplicação por colunas
subtração mental(de cabeça)
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conjuntos numéricos
Os conjuntos são os dos números: naturais, inteiros, racionais, irracionais, reais e complexo.
Para desenvolver a matemática hoje estudada, inúmeras mudanças na organização de todos os conceitos matemáticos foram necessárias. A concepção dos conjuntos numéricos recebeu maior rigor em sua construção com Georg Cantor, que pesquisou a respeito do número infinito. Cantor iniciou diversos estudos sobre os conjuntos numéricos, constituindo, assim, a teoria dos conjuntos.
A construção de todos os conjuntos numéricos que hoje possuímos parte de números inteiros usados apenas para contar até os números complexos que possuem vasta aplicabilidade nas engenharias, nas produções químicas, entre outras áreas.
Definir conjunto é algo tão primitivo que se torna uma tarefa difícil. Entretanto, compreendemos conjunto como uma coleção de objetos, números, enfim, elementos com características semelhantes.
Sendo assim, os conjuntos numéricos são compreendidos como os conjuntos dos números que possuem características semelhantes. Nesta seção, a concepção desses conjuntos será abordada, visando à compreensão dos elementos que constituem cada um dos conjuntos numéricos.
Temos então os seguintes conjuntos numéricos:
A construção de todos os conjuntos numéricos que hoje possuímos parte de números inteiros usados apenas para contar até os números complexos que possuem vasta aplicabilidade nas engenharias, nas produções químicas, entre outras áreas.
Definir conjunto é algo tão primitivo que se torna uma tarefa difícil. Entretanto, compreendemos conjunto como uma coleção de objetos, números, enfim, elementos com características semelhantes.
Sendo assim, os conjuntos numéricos são compreendidos como os conjuntos dos números que possuem características semelhantes. Nesta seção, a concepção desses conjuntos será abordada, visando à compreensão dos elementos que constituem cada um dos conjuntos numéricos.
Temos então os seguintes conjuntos numéricos:
- Conjunto dos números Naturais (
);
- Conjunto dos números Inteiros (
);
- Conjunto dos números Racionais (
);
- Conjunto dos números Irracionais (
);
- Conjunto dos números Reais (
);
- Conjunto dos números Complexos (
);
biologia
seleção natural
seleção natural
características dos seres vivos
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Habitat
O habitat é o lugar na natureza onde uma espécie vive. Por exemplo, o habitat da planta vitória régia são os lagos e as matas alagadas da Amazônia, enquanto o habitat do panda são as florestas de bambu das regiões montanhosas na China e no Vietnã.
Nicho ecológico
O nicho é um conjunto de condições em que o indivíduo (ou uma população) vive e se reproduz. Pode se dizer ainda que o nicho é o "modo de vida" de um organismo na natureza. E esse modo de vida inclui tanto os fatores físicos - como a umidade, a temperatura, etc - quanto os fatores biológicos - como o alimento e os seres que se alimentam desse indivíduo.
Vamos explicar melhor: O nicho do Bugio, por exemplo, inclui o que ele come, os seres que se alimentam dele, os organismos que vivem juntos ou próximo dele, e assim por diante. No caso de uma planta, o nicho inclui os sais minerais que ela retira do solo, a parte do solo de onde os retira, a relação com as outras espécies, e assim por diante.
O nicho mostra também como as espécies exploram os recursos do ambiente. Assim a zebra, encontrada nas savanas da África, come as ervas rasteiras, enquanto a girafa, vivendo no mesmo hábitat, come as folhas das árvores. Observe que cada espécie explora os recursos do ambiente de forma um pouco diferente.
População
Indivíduos de uma mesma espécie que vivem em determinada região formam uma população. Por exemplo: as onças do pantanal formam uma população.
As capivaras também podem ser encontradas no pantanal, mas fazem parte de outra população, já que são de outra espécie.
Às vezes a população pode aumentar muito, por exemplo, em meados do século XIX, alguns coelhos selvagens foram levados da Inglaterra para a Austrália, para serem usados nas caçadas. Na Europa, as populações de coelhos eram naturalmente controladas por diversos predadores e parasitas. Na Austrália, porém não existiam tantas espécies que atacavam coelhos. O resultado é que esse animal se reproduziu rapidamente chegando a atingir mais de 200 milhões de indivíduos, que passaram a destruir as plantações e as pastagens da Austrália. Isso mostra o perigo de se introduzir num novo ambiente um organismo não nativo.
Esta é mais uma das questões que a ecologia estuda: "O que faz o número de indivíduos de uma população aumentar, diminuir ou permanecer constante?".
Comunidade
Na figura abaixo, podemos perceber que no mar existem diversos animais e vários tipos de plantas. E há também seres muito pequenos - tão pequenos que só podem ser vistos com aparelhos especiais como os microscópios, que possuem lentes especiais que ampliam a imagem dos seres observados.
Se colocarmos uma gota da água do mar no microscópio, veremos um número imenso desses pequenos seres vivos.
Pense quantos organismos diferentes podem ser encontrados num jardim: grama, roseiras, minhocas, borboletas, besouros, formigas, caracóis, sabiás, lagatixas...
Todos os seres vivos de determinado lugar e que mantêm relações entre si formam uma comunidade. A comunidade do mar abaixo é composta por peixes, algas, plantas, os seres microscópios, enfim todas as populações lá existentes.
Ecossistema
É o conjunto dos relacionamentos que a fauna, flora, microorganismos (fatores bióticos) e o ambiente, composto pelos elementos solo, água e atmosfera (fatores abióticos) mantém entre si. Todos os elementos que compõem o ecossistema se relacionam com equilíbrio e harmonia e estão ligados entre si. A alteração de um único elemento causa modificações em todo o sistema podendo ocorrer a perda do equilíbrio existente. Se por exemplo, uma grande área com mata nativa de determinada região for substituída pelo cultivo de um único tipo de vegetal, pode-se comprometer a cadeia alimentar dos animais que se alimentam de plantas, bem como daqueles que se alimentam destes animais.
A delimitação do ecossistema depende do nível de detalhamento do estudo. Por exemplo, se quisermos estudar o ecossistema de um canteiro do jardim ou do ecossistema presente dentro de uma planta como a bromélia.
Biosfera
Ainda não temos conhecimento da existência de outro lugar no Universo, além da Terra, onde aconteça o fenômeno a que chamamos de vida.
A vida na Terra é possível porque a luz do Sol chega até aqui. Graças a sua posição em relação ao Sol, o nosso planeta recebe uma quantidade de energia solar que permite a existência da água em estado líquido, e não apenas em estado sólido (gelo) ou gasoso (vapor). A água é essencial aos organismos vivos. A presença de água possibilita a vida das plantas e de outros seres capazes de produzir alimento a partir da energia solar e permite também, indiretamente, a sobrevivência de todos os outros seres vivos que se alimentam de plantas ou animais. Pela fotossíntese que há a absorção de água e gás carbônico e liberação de oxigênio, a energia do Sol é transformada em um tipo de energia presente nos açucares, que pode então ser aproveitada por seres que realizam esse processo e por outros seres a eles relacionados na busca por alimento.
A Terra pode ser dividida assim:
Litosfera - a parte sólida formada a partir das rochas;
Hidrosfera - conjunto total de água do planeta (seus rios, lagos, oceanos);
Atmosfera - a camada de ar que envolve o planeta;
Biosfera - as regiões habitadas do planeta.
Biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas da Terra. É um conceito da Ecologia, relacionado com os conceitos de litosfera, hidrosfera e atmosfera. Incluem-se na biosfera todos os organismos vivos que vivem no planeta, embora o conceito seja geralmente alargado para incluir também os seus habitats.
A biosfera inclui todos os ecossistemas que estão presentes desde as altas montanhas (até 10.000 m de altura) até o fundo do mar (até cerca de 10.000 m de profundidade).
Nesse diferentes locais, as condições ambientais também variam. Assim, a seleção natural atua de modo diversificado sobre os seres vivos em cada região. Sob grandes profundidades no mar, por exemplo, só sobrevivem seres adaptados à grande pressão que a água exerce sobre eles e a baixa (ou ausente) luminosidade. Já nas grandes altitudes montanhosas, sobrevivem seres adaptados a baixas temperaturas e ao ar rarefeito.
Na biosfera, portanto, o ar, a água, o solo, a luz são fatores diretamente relacionados à vida.
Os Principais Ecossistemas Brasileiros
O Brasil possui uma grande diversidade de ecossistemas. Quase todo o seu território está situado na zona tropical. Por isso, nosso país recebe grande quantidade de calor durante todo o ano, o que favorece essa grande diversidade. Veja, no mapa a seguir, exemplos dos principais ecossistemas encontrados no Brasil.
Floresta Amazônica
Estende-se além do território nacional, com chuvas frequentes e abundantes. Apresenta flora exuberante, com espécies, como a seringueira, o guaraná, a vitória-régia, e é habitada por inúmeras espécies de animais, como o peixe-boi, o boto, o pirarucu, a arara. Para termos uma idéia da riqueza da biodiversidade desses ecossistemas, ele apresenta, até o momento, 1,5 milhão de espécies de vegetais identificadas por cientistas.
Peixe boi e seringueira
Mata de cocais
A mata de cocais situa-se entre a floresta amazônica e a caatinga. São matas de carnaúba, babaçu, buriti e outras palmeiras. Vários tipos de animais habitam esse ecossistema, como a araracanga e o macaco cuxiú.
Araracanga
texto estraido do site www.sobiologia.com.br
português
morfologia

sintaxe

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historia
primeira guerra mundial

Entre os anos de 1870 e 1914, o mundo vivia a euforia da chamada Belle Epóque(Bela Época). Do ponto de vista da burguesia dos grandes países industrializados, o planeta experimentava um tempo de progresso econômico e tecnológico. Confiantes de que a civilização atingira o ápice de suas potencialidades, os países ricos viviam a simples expectativa de disseminar seus paradigmas às nações menos desenvolvidas. Entretanto, todo esse otimismo encobria um sério conjunto de tensões.
Com o passar do tempo, a relação entre os maiores países industrializados se transformou em uma relação marcada pelo signo da disputa e da tensão. Nações como Itália, Alemanha e Japão, promoveram a modernização de suas economias. Com isso, a concorrência pelos territórios imperialistas acabava se acirrando a cada dia. Orientados pela lógica do lucro capitalista, as potências industriais disputavam cada palmo das matérias-primas e dos mercados consumidores mundiais.
Um dos primeiros sinais dessa vindoura crise se deu por meio de uma intensa corrida armamentista. Preocupados em manter e conquistar territórios, os países europeus investiam em uma pesada tecnologia de guerra e empreendia meios para engrossar as fileiras de seus exércitos. Nesse último aspecto, vale lembrar que a ideologia nacionalista alimentava um sentimento utópico de superioridade que abalava o bom entendimento entre as nações.
Outra importante experiência ligada a esse clima de rivalidade pôde ser observada com o desenvolvimento da chamada “política de alianças”. Através da assinatura de acordos político-militares, os países europeus se dividiram nos futuros blocos políticos que conduziriam a Primeira Guerra Mundial. Por fim, o Velho Mundo estava dividido entre a Tríplice Aliança – formada por Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália – e a Tríplice Entente – composta por Rússia, França e Inglaterra.
Mediante esse contexto, tínhamos formado o terrível “barril de pólvora” que explodiria com o início da guerra em 1914. Utilizando da disputa política pela região dos Bálcãs, a Europa detonou um conflito que inaugurava o temível poder de metralhadoras, submarinos, tanques, aviões e gases venenosos. Ao longo de quatro anos, a destruição e morte de milhares impuseram a revisão do antigo paradigma que lançava o mundo europeu como um modelo a ser seguido.
revoluçao russa
Introdução
No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).
Rússia Czarista
Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava a Rússia de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria russa, viviam descontentes com os governo do czar.
No ano de 1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo czar.
Começava então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda damonarquia.
A Rússia na Primeira Guerra Mundial
Faltava alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia numa guerra mundial. Os gastos com a guerra e os prejuízos fizeram aumentar ainda mais a insatisfação popular com o czar.
Greves, manifestações e a queda da monarquia
As greves de trabalhadores urbanos e rurais espalham-se pelo território russo. Ocorriam muitas vezes motins dentro do próprio exército russo. As manifestações populares pediam democracia, mais empregos, melhores salários e o fim da monarquia czarista. Em 1917, o governo de Nicolau II foi retirado do poder e assumiria Kerenski (menchevique) como governo provisório.
A Revolução Russa de outubro de 1917
Com Kerenski no poder pouca coisa havia mudado na Rússia. Os bolcheviques, liderados por Lênin, organizaram uma nova revolução que ocorreu em outubro de 1917. Prometendo paz, terra, pão, liberdade e trabalho, Lênin assumiu o governo da Rússia e implantou o socialismo. As terras foram redistribuídas para os trabalhadores do campo, os bancos foram nacionalizados e as fábricas passaram para as mãos dos trabalhadores.
Lênin também retirou seu país da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918. Foi instalado o partido único: o PC (Partido Comunista).
A formação da URSS
Após a revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico, principalmente após a NEP ( Nova Política Econômica ). A URSS tornou-se uma grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à democracia. O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada contrária aos princípios socialistas. A falta de democracia imperava na URSS.
Os líderes da União Soviética durante o regime socialista:
- Vladimir Lenin (8 de novembro de 1917 a 21 de janeiro de 1924)
- Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
- Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
- Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
- Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
- Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
- Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)
- Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
- Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
- Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
- Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
- Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
- Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)
inglês
verbo to be
1. O verbo "to be" é o verbo que, em inglês, indica "ser" ou "estar". A conjugação do verbo "to be", no presente do indicativo, é:
I am (I'm) = eu sou/estou
He is (he's) = ele é/está
She is (she's) = ela é/está
It is (it's) = ele/ela é/está (animais, objetos, seres inanimados etc.)
We are (we're) = nós estamos/somos
You are (you're) = você/vocês é/são está/estão
They are (they're) = eles/elas são/estão
Exemplos:
I'm hungry (=estou com fome)
I'm a doctor (=sou médico)
She's beautiful (=ela é bonita)
You are ugly [=você/vocês é/são feio(a)/feios(as)] etc.
2. Perguntas com "to be": inverte-se a posição assumida pelo verbo em períodos afirmativos.
Exemplos:
Are you hungry? (=você está com fome?)
Are they teachers? (=eles/elas são professores(as)?)
Am I ugly (=sou/estou feio(a)?)
3. Sentenças negativas com "to be": adiciona-se not após o verbo.
Exemplos:
I'm not hungry (=não estou com fome)
She is not beautiful (=ela não é/não está bonita)
We are not teachers (=nós não somos professores(as))
Formas contraídas:
am not = ain't
is not = isn't
are not = aren't
4. Perguntas negativas com "to be": usa-se a forma contraída negativa na posição do verbo em sentenças interrogativas comuns.
Exemplos:
Aren't you hungry? (=você não está com fome?)
Isn't it funny? (=isso não é engraçado?)
5. A forma verbal correta de "to be" a ser usada em sentenças onde não exista he, she, you, they etc. depende do sujeito, que pode ser plural (usa-se are) ou singular (usa-se is). Não usa-se am quando o sujeito não for I.
Exemplos:
My brother is funny. Nesse caso, como o sujeito é singular (my brother = meu irmão), a forma a ser usada é is.
My parents are young. Nesse caso, sendo o sujeito plural (my parents = meus pais), a forma a ser usada é are.
6. O verbo "to be" pode ser usado com outros verbos, sem "to" após ele. Normalmente o outro verbo estará no gerúndio (-ing). Este tipo de construção chama-se "Present Progressive".
Exemplos:
She's working (=ela está trabalhando)
We are playing (=nós estamos brincando)
Is he speaking? (=ele está falando?)
It isn't working (=isso não está funcionando)
Aren't they teaching? (=eles/elas não estão ensinando?)
superlativo
O superlativo é um grau de comparação usado para qualificar um substantivo. É utilizado para destacar algo dentro de um grupo (seja uma qualidade boa ou ruim). O superlativo também indica uma característica em um grau maior que qualquer outra coisa com que se possa comparar num certo contexto.
Está um pouco técnico? Veja um exemplo bem comum com o superlativo:
- This is the oldest building in town. [Este é o prédio mais velho da cidade.]
- Sydney is the largest city in Australia. [Sidney é a maior cidade da Austrália.]
As regras para formar o superlativo são simples.
Em geral acrescenta-se a terminação “est” ao adjetivo. O superlativo é sempre usado com o artigo definido the [o, a, os, as].
- fast [rápido] – the fastest [o mais rápido]
- old [velho] – the oldest [o mais velho]
- small [pequeno] – the smallest [o mais pequeno]
Quando temos palavras terminadas em “e”, acrescentamos somente “st”. As palavras mais curtinhas acrescentam a terminação “est” ao adjetivo. Veja alguns exemplos abaixo:
- nice [legal] – the nicest [o mais legal]
- old [velho] – the oldest [o mais velho]
- cheap [barato] – the cheapest [o mais barato]
As palavras terminadas em y, precedidas de consoante, substituímos o y por i e acrescentamos “est”.
- easy [fácil] – the easiest [o mais fácil]
- heavy [pesado] – the heaviest [o mais pesado]
- tidy [organizado] – the tidiest [o mais organizado]
- happy [feliz] – the happiest [o mais feliz]
Quando o y vem precedido por uma vogal adicionamos apenas a terminação “est”
- grey [cinza] – the greyest [o mais cinza]
- gay [alegre] – the gayest [o mais alegre]
Quando temos adjetivos mais longos, é super fácil! Acrescentamos the + most = adjetivo.
- careful [cuidadoso] – the most careful [o mais cuidadoso]
- interesting [interessante] – the most interesting [o mais interessante]
- popular [popular] – the most popular [o mais popular]
Há um caso onde o adjetivo termina em CVC (consoante, vogal, consoante) com a última sílaba tônica. Nesses casos, duplicamos a última letra e acrescentamos a terminação “est”.
- big [grande] – the biggest [o maior]
- fat [gordo] – the fattest [o mais gordo]
- sad [triste] – the saddest [o mais triste]
E é claro que em toda regra, há exceções e os adjetivos good [bom], bad [ruim] e far [longe] são elas.
- good – the best [o melhor]
- bad – the worst [o pior]
- far – the furthest / farthest [o mais longe]
Espero que as dicas sejam úteis. Bons estudos!
this these that e those
This, that, these e those (este[a], aquele[a]-aquilo – esse[a], estes[as], aqueles[as]) podem ser considerados, em inglês como determiners (palavras que acompanham um substantivo), pronomes demonstrativos ou advérbios (quando intensificam um adjetivo). Tais palavras estabelecem uma relação com aquilo que qualificam. Para facilitar, podemos dizer que this é tudo aquilo que está próximo (ou mais ou menos próximo) do falante. Sua forma plural é these. Já o that é o que está longe de quem fala, cujo plural é those. Exemplos:
- This eraser is mine. (Esta borracha é minha. A borracha está fisicamente próxima ao falante).
- That headphone is his. (Aquele fone de ouvido é dele. O fone de ouvido está fisicamente distante do falante).
Não existe uma medida exata em polegadas ou centímetros de quando algo deve receber this ou that como pronome. Não existe parâmetro além do bom senso do falante. Contudo, tais palavras não indicam apenas distâncias físicas, mas também “distâncias no tempo”, por exemplo:
- I miss my friends from this English course in São Paulo (Eu sinto falta dos meus amigos desse curso de inglês em São Paulo). O falante pode ter acabado de fazer o curso ou estar mencionando o curso novamente.
- I miss the guys from that English Course in Goiânia (Eu sinto falta dos meus amigos daquele curso de inglês em Goiânia.) Aqui, já faz algum tempo que o falante terminou o curso e implica uma distância de tempo maior.
Por fim, para evitar repetições em um texto, this e that e suas formas plurais podem ser usados para substituir termos ou passagens inteiras já citadas. Exemplos:
- For this reason, he decided to attend an English course. (Por essa razão, ele decidiu fazer um curso de ingles.) O uso de this indica que a razão já foi citada anteriormente no texto, alguns momentos atrás.
- For that reason, he decided to attend an English course (Por aquela razão, ele decidiu fazer um curso de inglês.) Nesse caso, a razão também já foi apresentada, porém se encontra mais distante no texto e na intenção do interlocutor.
some e any
Comecemos por uma breve explicação. Um dos artigos indefinidos utilizados no PLURAL é o SOME (algo /algum /alguma /alguns /algumas /algo de).
Exemplos:
SOME BOOKS = alguns livros
SOME PEOPLE = algumas pessoas
SOME FRIENDS = alguns amigos
SOME BOOKS = alguns livros
SOME PEOPLE = algumas pessoas
SOME FRIENDS = alguns amigos
Este artigo só é utilizado em orações AFIRMATIVAS. Para construir orações INTERROGATIVAS ou NEGATIVAS, trocaremos o SOME por ANY.
Exemplos:
Do you have any books?
We haven’t got any sugar.
Do you have any books?
We haven’t got any sugar.
Como tudo em idiomas o complicado não são as regras e sim as exceções, veja a seguir uma lista de situações onde não podemos usar os artigos:
Como podemos perceber é impossível decorar todas as regras e colocá-las em prática imediatamente. O importante é criar um senso crítico que lhe permita saber se a utilização de uma palavra em determinada situação está correta ou não.
pronomes
Uma dica, copie essa imagem para o seu computador e coloque como papel de parede, acredito que fazendo isso você vai aprender rapidinho.
too e also
Bom a duvida que tenho é a seguinte: Too significa também e palavra also tem o mesmo significado,gostaria de saber se posso usar as duas palavras de qualquer forma ou cada uma exige uma determinada regra? Muito obrigada!!! – Liane
Liane, a regrinha é simples, o too significando também vem sempre no final da frase. Em contrapartida o also é mais utilizado no meio das frases, geralmente antes de algum verbo. Exemplos:
- I found it boring too. (also)
- I’ll be at the party too. (also)
- I’ll be at the party too. (also)
- I also found it boring
- I’ll also be at the party
- I’ll also be at the party
Eu acredito que o segredo para você nunca errar na utilização do too é se lembrar do seu outro significado. Além de também ele também pode ser traduzido como demais, algo exagerado. O too por incrível que pareça é uma palavra com sentido negativo, algo que ultrapassou os limites. Observe os exemplos:
- It’s VERY cold here! – Está muito frio aqui! (Situação suportável)
- It’s TOO cold here! – Está frio demais aqui! (Situação insuportável, sentido negativo)
- It’s TOO cold here! – Está frio demais aqui! (Situação insuportável, sentido negativo)
Partindo desse princípio você consegue avaliar qual palavra cabe na seguinte frase.
- The look on my buddies face is too priceless.
Perceba que se você deseja exagerar o priceless (que não tem preço) você utiliza o too, mas se você quer expressar “além ou também” você utiliza do also.
how much e how many
Podemos usar “how much” quando estamos falando sobre “uncountable nouns” (coisas incontáveis) como “water, money, milk, dirt, etc…”.Por exemplo: How much (money) does that cost?
Mas quando estamos falando sobre “countable nouns” (coisas que pode contar) precisamos usar o “how many”.
Por exemplo: How many marbles are in that jar?
will e going to
1. Future simple: Will
É usado para expressarmos uma idéia de futuro que muitas vezes dá a impressão se ser incerto, decidido na hora da fala. Porém, há situações em que esta incerteza não existe, tudo vai depender do contexto.
Exemplos:
a) I will drop by to see her. (Vou passar lá pra vê-la.) – Forma afirmativa.
b) They’ll have a party. (Elas vão fazer uma festa.) – Forma contraída afirmativa.
c) Will you ring her? (Você vai ligar pra ela?) – Forma interrogativa.
d) We won’t miss school. (A gente não vai faltar a aula.) – forma negativa contraída mais comum.
b) They’ll have a party. (Elas vão fazer uma festa.) – Forma contraída afirmativa.
c) Will you ring her? (Você vai ligar pra ela?) – Forma interrogativa.
d) We won’t miss school. (A gente não vai faltar a aula.) – forma negativa contraída mais comum.
2. Immediate future: Going to
É usado para descrevermos uma ação futura que pode já estar planejada, pensada e certa de acontecer.
Exemplos:
a) I’m going to try my best. (Vou fazer o possível.) – Forma afirmativa.
b) He isn’t going to fire you. (Ele não vai te demitir.) – Forma negativa contraída.
c) Are they going to see the patients? (Eles vão atender os pacientes?) – Forma interrogativa.
b) He isn’t going to fire you. (Ele não vai te demitir.) – Forma negativa contraída.
c) Are they going to see the patients? (Eles vão atender os pacientes?) – Forma interrogativa.
3. Future with “ing”:
É usado para ações já planejadas. Principalmente com os verbos: come, go, begin, start, finish, have.
Exemplos:
a) We’re having a party tomorrow. (A gente vai fazer uma festa amanhã.)
b) He isn’t coming today .(Ele não vem hoje.)
c) Are they coming for dinner? (Elas vem pro jantar?)
4. Future with “shall”:
Usado depois de I/we basicamente no mesmo contexto de “will”. Porém menos comum e muito mais formal.
Exemplos:
a) I shall visit my mother. (Visitarei minha mãe.)
b) We shall choose a new president in 2010. (Nós escolheremos um novo presidente em 2010.)
b) We shall choose a new president in 2010. (Nós escolheremos um novo presidente em 2010.)
física
aceleraçao
Em Física, a aceleração (símbolo: a) é a taxa de variação (ou derivada em função do tempo) da velocidade. Ela é uma grandeza vetorial de dimensão comprimento/tempo² ou velocidade/tempo. Em unidades SI, é quantificada em metro por segundo ao quadrado (m/s²). No CGS, é quantificada em Gal, sendo que um Gal equivale a um centímetro por segundo ao quadrado (cm/s²). Desaceleração é a aceleração que diminui o valor absoluto da velocidade. Para isso, a aceleração precisa ter componente negativa na direção da velocidade. Isto não significa que a aceleração é negativa. Assim a aceleração é a rapidez com a qual a velocidade de um corpo varia. Desta forma o único movimento que não possui aceleração é o MRU - movimento retilíneo uniforme.
Acelerar um corpo é variar sua velocidade em um período de tempo:
em que:
a é o vetor aceleração;
v é o vetor velocidade;
t é o tempo.
A aceleração média é dada por:
em que:
A aceleração transversal (perpendicular à velocidade) causa mudança na direção. Se esta for constante em intensidade e sua direção permanecer ortogonal à velocidade, temos um movimento circular. Para esta aceleração centrípeta temos
Um valor de uso comum para a aceleração é g, a aceleração causada pela gravidade da Terra ao nível do mar a 45° de latitude, cerca de 9,81 m/s²
Na mecânica clássica, a aceleração
está relacionada com a força
e a massa
(assumida ser constante) por meio dasegunda lei de Newton:
Como resultado de sua invariância sob transformações galileanas, a aceleração é uma quantidade absoluta na mecânica clássica.
Depois de definir sua teoria da relatividade especial, Albert Einstein enunciou que forças sentidas por objetos sob aceleração constante são indistinguíveis da que estão em campo gravitacional, e assim se define a relatividade geral (que também explica como os efeitos da gravidade podem limitar a velocidade da luz, mas isso é outra história).
O ponto-chave da relatividade geral é que ele responde a: "por que somente um objeto se sente acelerado?", um problema que tem flagelado filósofos e cientistas desde o tempo de Newton (e fez Newton endossar o conceito de espaço absoluto). Por exemplo, se você pegar seu carro e acelerar se afastando de seu amigo, você poderia dizer (dado seu referencial) que é seu amigo que está acelerando se afastando de você, enquanto somente você sente qualquer força. Essa é a base do popular paradoxo dos gêmeosque pergunta por que somente um gêmeo envelhece quando se afasta movendo-se próximo da velocidade da luz e então retornando, pois o gêmeo mais velho pode dizer que o outro é que estava se movendo.
Na relatividade especial, somente referenciais inerciais (referenciais não-acelerados) podem ser usados e são equivalentes; a relatividade geral considera todos os referenciais, inclusive os acelerados, como equivalentes.
ALAVANCAS
E uma barra rígida, que pode ser reta ou curva, móvel em torno de um de seus pontos chamado fulcro ou ponto de apoio (A).
TIPOS DE ALAVANCAS



interfixa
Inter-resistente
Interpotente
1) INTERFIXA:
Com o fulcro entre a potência e a resistência.
O homem primitivo descobriu que, quanto mais longa a alavanca, mais peso ele podia erguer, com menos esforço.
2) INTER-RESISTENTE
Com a resistência entre o ponto de aplicação da potência e o fulcro.
3) INTERPOTENTE
Com o ponto de aplicação da Potência entre o ponto de aplicação da resistência e o fulcro
CONDIÇÕES DE EQUILÍBRIO DAS ALAVANCAS
Em uma alavanca em equilíbrio, o produto da força potente pelo seu braço deve ser igual ao produto da força resistente pelo seu braço.
Vamos chamar de “a” o braço da força potente (P) e de “b” o braço da força resistente (R), veja então:
links de estudo